Artigos em Destaque

nenhuns

Dentre os recursos que a língua nos oferece, alguns agradam, outros não.

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Guardanapo

O que, afinal, o GUARDANAPO guarda? Para entender sua origem, precisamos relembrar os antigos hábitos à mesa.

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Desemalando dinheiro

Você fala em “neologismos”? Você sabe distinguir as palavras novas das antigas? Faça o teste; você vai se surpreender.

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coco e cocô

Poucos sabem que o fruto do coqueiro ganhou o nome de uma entidade de assustar criança, prima da nossa CUCA – e que a COCÓ, nome que os brasileirinhos dão às galinhas, é aquilo que os bebês portugueses fazem na fraldinha.

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propina

Embora pareça ser uma especialidade brasileira, PROPINA, como qualquer outro vocábulo tradicional de nosso idioma, sofreu muitas mudanças e acréscimos no seu significado, aqui e além-mar.

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desprincesamento

A riqueza de uma língua pode ser medida pelo número de palavras que ela nos oferece; no entanto, todo dia me aparece alguém lamentando a criação de um vocábulo novo

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sutilezas da crase

É inevitável uma certa dose de angústia na hora de usar o acento de crase; um pouco de calma e reflexão, porèm, há de nos pôr no bom caminho.

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Pré-datado?

O prefixo pré- sempre será seguido de hífen quando tônico, mas ficará sem hífen quando átono. Esta é uma regra bem clara que não serve para coisa alguma.

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propinocracia

Não precisamos consultar o dicionário para entender uma palavra como PROPINOCRACIA, pois nosso léxico é como um imenso Lego: as peças estão na caixa, à disposição do falante, que pode usá-las para produzir centenas de milhares de combinações que, é quase certo, não haverão de estar dicionarizadas.

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Por falar em paraolimpíada

Confesso que não entendi essa aceitação pacífica — quase ovina, eu diria — com que a maior parte da imprensa brasileira engoliu uma aberração do calibre de “paralimpíada”.

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