Schadenfreude
Existe um vocábulo alemão para designar o prazer maldoso que sentimos com a desgraça alheia
Existe um vocábulo alemão para designar o prazer maldoso que sentimos com a desgraça alheia
Croquete, omelete, patinete — quando se trata de determinar o gênero das visitantes francesas, tudo pode acontecer
Do Espírito Santo à Grécia de Homero, passando por Monteiro Lobato: uma viagem através do dicionário
Apesar de parecer sólido e oracular, o dicionário vai desapontar quem não apertar os botões corretos. Mesmo sendo cavalo mansinho, ele também tem o lado certo de montar.
“Conhecer uma língua estrangeira aumenta em muito a nossa capacidade de entender nossa língua materna”
O Brasil se expressa de uma forma tão peculiar que nos permita falar de uma LÍNGUA BRASILEIRA?
Podemos viver sem as palavras de origem francesa? Imagine se nosso léxico fosse atingido por um raio desgalicizador! Ao acordar pela manhã, você não poderia mais falar em ABAJUR, AVALANCHE, OMELETE ou TRICÔ.
Por acaso um vocábulo tecnicamente “malformado” como CAMINHÃO não tem o direito de viver? É nos desvios da norma que a língua está realmente inovando.
As fake news estão em toda a parte; damos valor às narrativas que reforçam nossas “certezas” e olhamos com desconfiança qualquer versão que as contrarie. Não poderia ser diferente com as palavras.
Em etimologia, nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai: pode parecer, mas AZULEJO não vem de AZUL.