Velharias
Posso usar palavras tiradas do baú? Pode, é claro — assim como pode andar com chapéu de três bicos e sapatão com fivela.
Posso usar palavras tiradas do baú? Pode, é claro — assim como pode andar com chapéu de três bicos e sapatão com fivela.
Muita gente prefere RÚBRICA à forma RUBRICA, mais aconselhável. Há uma razão para isso.
Há muitas formas de lutar pelos direitos da mulher — mas mudar a flexão das palavras decididamente não é uma delas.
Usar o masculino singular para abranger ambos os gêneros é um princípio estrutural de nosso idioma, e se engana quem vê nisso qualquer opção ideológica. Há casos, porém, em que o preconceito ou a ignorância terminam atrapalhando.
A imprensa, embora divirja aqui e ali quanto ao emprego do hífen em LAVA-A-JATO, vem adotando unanimemente a forma SEM a preposição. Ninguém reclama, mas deveria.
Dentre os recursos que a língua nos oferece, alguns agradam, outros não.
O que, afinal, o GUARDANAPO guarda? Para entender sua origem, precisamos relembrar os antigos hábitos à mesa.
Você fala em “neologismos”? Você sabe distinguir as palavras novas das antigas? Faça o teste; você vai se surpreender.
Poucos sabem que o fruto do coqueiro ganhou o nome de uma entidade de assustar criança, prima da nossa CUCA – e que a COCÓ, nome que os brasileirinhos dão às galinhas, é aquilo que os bebês portugueses fazem na fraldinha.
Embora pareça ser uma especialidade brasileira, PROPINA, como qualquer outro vocábulo tradicional de nosso idioma, sofreu muitas mudanças e acréscimos no seu significado, aqui e além-mar.