o Recife?
De pontos opostos do país, duas leitoras perguntam a mesma coisa ao Doutor: afinal, o frevo vem DE Recife ou DO Recife?
De pontos opostos do país, duas leitoras perguntam a mesma coisa ao Doutor: afinal, o frevo vem DE Recife ou DO Recife?
Evite esse mau hábito, tão feio quanto pôr o dedo no nariz.
Veja como os dois sentidos do pronome lhe podem levar a frases ambíguas.
Em “vamos embora”, o que está fazendo esse embora junto ao verbo? O Doutor explica.
Diz um anúncio de jornal: “A Internet que não quebra a sua cabeça e nem o seu bolso.” Apenas um exemplo de algo que eu tenho lido bastante por aí e não consigo entender. Por que usar a expressão e nem quando a palavra nem teria exatamente o mesmo significado? Ou não teria? …
O Doutor expõe outra faceta do uso do artigo antes de nomes geográficos: às vezes é obrigatório, noutras é facultativo.
O Doutor explica a relação entre o véu, a vela e o velório.
Filho temporão é o que vem quando não mais se espera, mas figo temporão é o que nasce antes dos outros. Veja a diferença.
Se suicídio já quer dizer “matar a si mesmo”, não é uma redundância dizer que “ele se suicidou”? E se não posso “suicidar-te”, por que preciso dizer “suicidar-me”?
Pode alguém ficar soterrado por outra coisa que não seja terra? O Doutor explica que sim.