antraz, outra vez
Dois leitores inconformados com a forma antraz querem saber como se comportam no Português os demais vocábulos gregos terminados em X.
Dois leitores inconformados com a forma antraz querem saber como se comportam no Português os demais vocábulos gregos terminados em X.
O Doutor explica por que o nome da pequenina Isabela — talvez uma futura leitora — deve ser escrito com S.
Aprenda com o Doutor a diferença entre gay, guei e homossexual.
Uma leitora pergunta o que é cenoira; o Doutor explica que é aquilo que os coelhos comem em Portugal.
Leitores de todo o mundo escrevem perguntando sobre a grafia desta peste do Século XXI.
Uma professora de Odontologia pede socorro: como fazer entrar na cabeça de alunos renitentes o fato de que fluido não é a mesma coisa que fluído? O Doutor vem em seu auxílio.
O clitóris, descoberto no Renascimento por um anatomista italiano, continua tão pouco explorado que até a sua pronúncia ainda traz dúvidas para os dicionaristas.
Uma leitora defende tenazmente a idéia de que o acento desses vocábulos é diferencial; o Doutor, pacientemente, mostra que não.
Suspira o Doutor: “Se eu ganhasse dez centavos cada vez que eu visse item ou itens escrito com acento, nunca mais precisaria trabalhar”.
Regina A. escreve de Rosário, Argentina, para perguntar sobre a frase “Guardado exageros e sonhos, o resto estava…”. Diz ela: “Gostaria que o senhor me explicasse este guardado e me dissesse que classe gramatical e função sintática tem”. Prezada Regina: tens certeza de que era assim mesmo que estava no texto? Digo isso porque há …