retos e oblíquos
O Doutor explica por que a gramática utiliza esses vocábulos típicos da geometria.
O Doutor explica por que a gramática utiliza esses vocábulos típicos da geometria.
O Doutor explica que podemos usar o presente para indicar algo que vai acontecer no futuro, assim como podemos usar o futuro para indicar algo presente.
O Doutor não cansa de dizer que, em Português, nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai. O uso do pronome oblíquo só vem confirmar essas verdades.
Durante séculos, onde e aonde foram usados indistintamente, mas há quem defenda uma divisão nítida entre seus territórios.
A casa está MELHOR construída ou MAIS BEM construída? O Doutor mostra que podemos escolher livremente entre as duas formas, mas adverte: há restrições!
Uma leitora suíça estranha o uso do LHE no vídeo da Xuxa.
Por que certos verbos não aceitam o pronome lhe como objeto indireto? O Doutor explica que não são exceções.
Prof. Moreno: a professora perguntou qual seria a conjunção adequada para ligar as orações “Nada o impedia de sair” e “Preferiu ficar”. A maioria escolheu “nada o impedia de sair, MAS preferiu ficar”. Ela disse que estava errado e que deveria ser “nada o impedia de sair, PORTANTO preferiu ficar”. Será que só a forma …
O que distingue a polissemia da homonímia? Depois de errar infrutiferamente pela Internet, uma leitora portuguesa vem finalmente bater à porta do Doutor .
Você, que já está familiarizado com os conceitos de sinônimo e de antônimo, sabe o que é hiperônimo e hipônimo?