xiita ou xiíta
As regras de acentuação do Português são aplicadas em níveis diferentes. É por isso que XIITA não é acentuado como SAÍDA ou JESUÍTA, e DESTRÓIER mantém o acento que JIBOIA e PARANOIA perderam com o Acordo.
As regras de acentuação do Português são aplicadas em níveis diferentes. É por isso que XIITA não é acentuado como SAÍDA ou JESUÍTA, e DESTRÓIER mantém o acento que JIBOIA e PARANOIA perderam com o Acordo.
Quando os jornais noticiaram a visita da XEICA do Catar, não foram poucos os leitores que estranharam esse feminino — injustamente, aliás, porque a outra forma possível, essa sim, é de amargar!
Quem está acostumado a usar senhas na internet vai entender perfeitamente o sentido da expressão “Abre-te, sésamo”. Aproveito, caro leitor, para lembrar que Ali Babá não CHEFIAVA os 40 ladrões; bem pelo contrário, ele FUGIA deles, e quase foi por eles assassinado.
QUANDO UM TERMO técnico entra na linguagem do quotidiano, a tendência é reduzi-lo a um padrão mais confortável para todos os falantes. Vai daí, coisas estranhas começam a acontecer.
Quando você escreve, leitor, você é um AFLITO ou um DESPREOCUPADO? Estes usam o idioma com a feliz inocência de quem caminha sem olhar onde pisa; aqueles estão atentos a cada letra, a cada palavra que escrevem.
s redes sociais (e os jornais menos avisados) andam ameaçando os pobres brasileiros com uma nova (e radical) reforma ortográfica. Não se assustem, meus amigos; trata-se apenas da proposta pessoal de um professor que pouco ou quase nada entende do riscado.
Na hora de determinar como vamos chamar os naturais de um país ninguém vai consultar a língua que eles falam. Não podemos reclamar se nossos vizinhos nos chama de BRASILEÑOS.
É mais simples do que parece: o país da África que chamamos de CAMARÕES foi batizado por exploradores portugueses do séc. XVI – e a origem deste nome é o mesmo camarão que recheia nossa empadinha.
Um leitor pergunta por que nós escrevemos “Argélia”, quando o mundo todo parece preferir “Algéria”. A explicação é histórica: quando o mundo optou pelas formas francesas, “Alger” e “Algérie”, nosso léxico já usava “Argel” e “Argélia” há muito tempo.
Não seja injusto! O erro chamado de GERUNDISMO não é culpa do pobre gerúndio.