imbróglio?

Um dia desses, em uma entrevista na TV, ao comentar a confusão legislativa que se criou em torno da desastrada reforma ortográfica com que andam nos ameaçando, eu a chamei de imbroglio (“confusão, maçaroca”), vocábulo que muito aprecio, pronunciando-o à italiana — /imbrólho/. Pois duas horas não eram passadas e eu já recebia, pelo correio …

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sequência de advérbios em -mente

Professor Moreno, sempre tive dúvida em relação à acentuação dos advérbios de modo usados em conjunto. Explico melhor: rapidamente não leva acento, certo? Entretanto, se eu disser “Ele se afastou rapida e silenciosamente“, devo acentuar rápida? Ou considerá-lo como uma espécie de abreviação do advérbio e deixá-lo sem acentuação? H. Shimura, 17 anos — Guarulhos …

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Não compre o novo VOLP! 3ª parte

[publicado em 19/06/2009] Neste artigo, como nos dois primeiros, o tema não é o novo Acordo, do qual sou crítico declarado e inimigo irredutível, mas o Vocabulário Ortográfico que nossa Academia deu à luz, em parto desastrado e prematuro. Isso significa que não vou avaliar aqui as mudanças propostas pela última Reforma, sobre (e contra) …

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meias verdades

Danielle M. estava conversando com uma colega, professora de Português, quando usou a expressão meias verdades. Diz ela: “Minha colega me corrigiu, dizendo que o certo era meio verdades. Bom, achei aquilo tudo muito estranho, mas não iria discutir com uma professora… Será que o senhor poderia me dar uma mãozinha?”. Danielle, não acredito que …

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Não compre o novo VOLP! – 2ª parte

[publicado em 31/05/2009] O assunto da coluna anterior foi a estranhíssima pressa com que nossa Academia lançou o seu Vocabulário Ortográfico, elaborado por uma comissão que, além de não ter representatividade alguma no meio cultural e acadêmico, não inclui — afora seu presidente, Evanildo Bechara — nenhuma reconhecida autoridade em nosso idioma. Estranhíssima, por quê? …

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Não compre o novo VOLP! — 1ª parte

[publicado em 16/05/2009] Plutarco nos conta, em suas Vidas Paralelas, que Catão fazia uma campanha cerrada para que Roma destruísse de uma vez por todas os cartagineses, e para isso sempre encerrava seus discursos com uma frase que ficou famosa: ceterum censeo Carthaginem esse delendam (algo como “além disso, acho que Cartago deve ser destruída”). …

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