coco e cocô
Poucos sabem que o fruto do coqueiro ganhou o nome de uma entidade de assustar criança, prima da nossa CUCA – e que a COCÓ, nome que os brasileirinhos dão às galinhas, é aquilo que os bebês portugueses fazem na fraldinha.
Poucos sabem que o fruto do coqueiro ganhou o nome de uma entidade de assustar criança, prima da nossa CUCA – e que a COCÓ, nome que os brasileirinhos dão às galinhas, é aquilo que os bebês portugueses fazem na fraldinha.
Embora pareça ser uma especialidade brasileira, PROPINA, como qualquer outro vocábulo tradicional de nosso idioma, sofreu muitas mudanças e acréscimos no seu significado, aqui e além-mar.
A riqueza de uma língua pode ser medida pelo número de palavras que ela nos oferece; no entanto, todo dia me aparece alguém lamentando a criação de um vocábulo novo
É inevitável uma certa dose de angústia na hora de usar o acento de crase; um pouco de calma e reflexão, porèm, há de nos pôr no bom caminho.
O prefixo pré- sempre será seguido de hífen quando tônico, mas ficará sem hífen quando átono. Esta é uma regra bem clara que não serve para coisa alguma.
Não precisamos consultar o dicionário para entender uma palavra como PROPINOCRACIA, pois nosso léxico é como um imenso Lego: as peças estão na caixa, à disposição do falante, que pode usá-las para produzir centenas de milhares de combinações que, é quase certo, não haverão de estar dicionarizadas.
Confesso que não entendi essa aceitação pacífica — quase ovina, eu diria — com que a maior parte da imprensa brasileira engoliu uma aberração do calibre de “paralimpíada”.
Baseado na etimologia, um leitor alega que o termo “esposa” designa a mulher prometida em casamento, não devendo ser empregado para as que já estão casadas.
A concordância verbal nunca deixará de ser um bicho-papão nas questões de concursos públicos e de vestibulares. O segredo, você sabe, é nunca perder de vista o SUJEITO da oração.
Como é possível que se defendam construções tão malsoantes como “Antes DE o sol nascer”, “Depois DE ele chegar”? Esta é uma regra artificial, inventada por defensores da análise lógica no início do séc. XX.