o gentílico BRASILEIRO
Uma leitora argentina quer saber por que BRASILEIRO parece ser o único adjetivo gentílico que nosso idioma formou com esse sufixo.
Os problemas gramaticais de sempre: flexão das palavras, crase, regência, concordância, pontuação e todo o resto.
Uma leitora argentina quer saber por que BRASILEIRO parece ser o único adjetivo gentílico que nosso idioma formou com esse sufixo.
O Doutor adverte: o grande problema na flexão dos compostos é a interpretação dos seus elementos formadores.
Um livro muito conhecido traz o título de “Quem ama, educa”. Podemos considerar correta essa vírgula, embora ela esteja separando o sujeito oracional do resto da frase? O Doutor mostra que sim.
Um leitor de Minas Gerais quer saber como pode se referir a um carro que pertence a seus dois interlocutores: “O carro DE VOCÊS está com o pneu furado”, “VOSSO carro está com o pneu furado” — ou não é nada disso?
A ortografia é vasta demais para ser regulada por leis elaboradas por uma simples comissão eventual. Há vários pontos que deverão ser solucionados pelo bom senso de quem escreve. Este é o caso do prefixo ANTI.
Uma leitora pergunta à Academia Brasileira de Letras se BAURU tem hiato ou ditongo. Alguém — seria um hacker infiltrado? — responde que é HIATO. O Doutor repõe as coisas em seus lugares.
Em 1970, no México, o Brasil venceu a Copa do Mundo pela terceira vez. Pode-se dizer que ele conquistou o tricampeonato, embora não fossem copas sucessivas?
É necessário usar o acento de crase na indicação de horário que especifica, além da hora, também os minutos? Um abelhudo diz que não; o Doutor mostra que sim
Alguns querem condenar o uso de BAFÔMETRO (do vocábulo, não do aparelho) sob a alegação de que seria um HIBRIDISMO. O Doutor mostra que este conceito é racista e preconceituoso.
O Dr. Frankestein criou o monstro que leva seu nome; o novo VOLP não fica atrás e cria o substantivo que contém espaços em branco!