adjunto adnominal ou complemento nominal?
Diferentemente dos adjuntos adnominais, que só podem estar ligados a SUBSTANTIVOS, os complementos nominais podem ligar-se também a ADJETIVOS e a ADVÉRBIOS.
Os problemas gramaticais de sempre: flexão das palavras, crase, regência, concordância, pontuação e todo o resto.
Diferentemente dos adjuntos adnominais, que só podem estar ligados a SUBSTANTIVOS, os complementos nominais podem ligar-se também a ADJETIVOS e a ADVÉRBIOS.
Assim como o verbo SELAR é o ponto de encontro de duas famílias distintas — selo e sela —, VELAR também serve a dois senhores.
O advérbio LITERALMENTE foi atacado pelo mesmo vírus da imprecisão que tornou TEMPORÃO e HANDICAP palavras praticamente inúteis.
Uma leitora não encontra o advérbio IRMÃMENTE no dicionário e quer saber se mesmo assim pode utilizá-lo. O Doutor explica que sim e tece algumas considerações sobre a manutenção do til.
Apesar do sucesso dos espumantes nacionais, o Doutor explica por que não há problema algum em utilizarmos o termo “champanha” para designá-los.
“UM champanha GELADO” ou “UMA champanha GELADA”? Existe uma forma correta, ou tanto faz dar na cabeça ou na cabeça dar?
PRESIDENTE ou PRESIDENTA Dilma? Finda a eleição, abre-se um verdadeiro plebiscito entre os falantes; o resultado, que só conheceremos com o tempo, pode apontar a vitória de uma das duas formas ou, o que é mais provável, um honroso empate entre elas.
Parece mentira, mas uma banal alteração na ordem dos elementos da frase provoca um dos erros mais comuns de concordância verbal
O Doutor adverte: ninguém consegue fazer uma boa análise sintática se não distinguir CLASSE de FUNÇÃO.
A caça ao pleonasmo parece ter-se tornado um dos esportes mais populares nas redações de jornal e nos consultórios gramaticais. O Doutor adverte: cuidado para não atirar no bicho errado!